Desta vez, optei por unir duas semanas em um post apenas, os assuntos são complementares e dessa maneira é possível debater um pouco melhor sem tornar tudo repetitivo.
Quando sinto que já sei é um documentário que está disponível abertamente no Youtube e que nos mostra a realidade de algumas escolas que "fugiram" do padrão educacional e tem desbravado o mundo da educação com métodos diferentes e autônomos para a construção de conhecimento dos seus educandos. Na sequência ao documentário fomos desafiados a encontrar escolas e/ou instituições de ensino que acreditam em modelos diferenciados de educação. A minha indicação de conhecimento é o B-lab Learning Space que é um laboratório tecnológico que visa desenvolver a criatividade e o senso crítico de crianças e jovens através de projetos (chamadas por eles de missões). Essas missões tem o potencial de solucionar problemas da atualidade a partir da criação dos próprios educandos, tendo assim o foco no protagonismo estudantil possibilitando a "criação" de cidadãos mais atuantes no mundo cotidiano.
Para uma auto reflexão penso no quão importante são essas novas ferramentas, moldes e instituições escolares. Como se fazem importantes para a criação dos nossos novos cidadãos, nossos novos profissionais, mas também reflito o quão desafiador é esse trabalho aos professores. Somos criados dentro de uma caixinha quadrada que nos molda e quando nos deparamos com esses métodos primeiramente pensamos "isso dá certo?" ou "esses alunos realmente aprendem?". É um pré-conceito enraizado nas nossas memórias escolares, nos nossos engessamentos de formação pessoal e então, como mudar isso? Acho que primeiramente necessitamos estar abertos a conhecer e vivenciar, não apenas observar com essa máscara que nos cobre os olhos cheia de certezas incertas. É necessário mudar o pensamento para por em prática uma educação mais dinâmica. Eu gostaria de dizer que estou pronta para esse desafio porém ainda tenho receio, busco a cada dia estudar mais sobre esse tema e quero ainda conhecer uma escola sem divisões, ter uma imersão no cotidiano para aprender.
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