Referências:
PRENSKY, Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. On the Horizon NCB University Press, Vol.9 No 5, Out. 2001.
Considerações:
Podemos dizer que vivemos em outro mundo. Segundo o texto - e a nossa realidade - nossos alunos já nascem imersos em tecnologias digitais. Vivem onde as respostas são rápidas, a informação é contínua, e a impaciência no aprender é rotina. Então, como nós professores vamos ensinar essa geração que corre tanto? Devemos manter os conceitos de que se aprendemos dessa forma eles também irão aprender?
Acho que esse discurso já está ultrapassado.
Quando falamos de Imigrantes Digitais (inseridos na tecnologia após adultos) e Nativos Digitais (inseridos na tecnologia desde muito jovens) gosto de me incluir em um meio termo. Não sou puramente uma imigrante pois tive o contato ainda no início da adolescência com os meios digitais, porém, ainda tive toda uma educação voltada ao ler e escrever onde se você não sabe como faz no papel quer dizer que você não sabe fazer.
Enquanto professora, sou curiosa e busco sempre meios de transformar os conteúdos em formas mais simplificadas para ensinar o aluno. Trazer para a linguagem deles é fundamental. Não adianta ficarmos em uma queda de braço com o mundo tecnológico. Por mais imigrantes que sejamos devemos utilizar tudo o que essa novidade nos traz de bom e o quanto simplifica o nosso ensino.