sábado, 25 de maio de 2019

26/05/2019_Blogquest Ladepex

Esta blogquest foi produzida por mim durante o componente curricular educação e cultura digital, no curso de pós graduação em docência na educação básica oferecido pelo IFRS Campus Vacaria. Ela tem por objetivo o ensino dos Jogos Eletrônicos na Educação Física. 
Achou interessante? Te convido a clicar no link e responder aos desafios.



Arquivo pessoal


18/04/2019_Projetos de Aprendizagem



12/04/2019_Apresentação do artigo



Artigo apresentado e discutido em aula.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

11/04/2019_Cruzadinha



Solução da  Cruzadinha


03/04/19_Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura

Referência:

SOARES, Magda. Novas práticas de leitura e escrita: Letramento na cibercultura. Educ. Soc., vol.23, n.81, p.143-160, dez.2002.

Considerações:

Podemos dizer que o termo letramento deve ser atualizado para letramentos. Pois nele há mais de um significado, cabe ao aluno saber ler e interagir como uma prática social."Logo, letramento são as práticas sociais de leitura e escrita e os eventos em que essas práticas são postas em ação, bem como as consequências delas sobre a sociedade" (SOARES, 2002 p.144). Os professores mal se acostumaram com esse termo relativamente novo na área da educação e já estão tendo que entender que ele será ampliado, evoluído, para o letramento digital.
Nesse contexto dizemos então que existem dois aspectos a serem levados em consideração, são eles: 
  • os espaços da escrita
  • os mecanismos de produção, reprodução e difusão da escrita.
Espaços da escrita nos remetem a todos os lugares onde a humanidade usou para se expressar e comunicar suas histórias. Começou com os homens primitivos que pintavam gravuras nas paredes das cavernas, evoluindo para a madeira, couro, papiro até chegarmos no papel que usamos e mais atualmente os smartphones e computadores.
Sobre os mecanismos de produção, reprodução e difusão da escrita podemos dizer que a evolução é um tanto quanto econômica. Nos primórdios o que era escrito não era do alcance de todos, os manuscritos ficavam nas mãos geralmente da Igreja e de pessoas com alto poder aquisitivo, com o passar dos anos foram sendo criados os livros e documentos impressos que possibilitaram a mais pessoas terem o acesso a esses documentos. Eles também facilitavam a escrita dos leitores, pois haviam campos em branco para que o leitor pudesse fazer anotações sobre o que estava lendo/interpretando. 
Com a chegada das leituras digitais e os hipertextos a forma de ler ficou mais interativa. Não existe uma forma exata como no papel. Lemos primeiro o que nos chama atenção - o que nos é mais relevante -  depois mudamos de página, e então já estamos em outro assunto. É funcional e se assemelha a nossa forma de pensar.

Conclui-se que a pluralidade de formas de leitura faz com que seja letramentos e não apenas letramento.

Disponível em: <https://insights.samsung.com/wp-content/uploads/2016/04/PARCC-Results_R1-1919x768.jpg> Acesso em 23 Mai. 2019.

21/03/2019_Imigrante Digital, Nativo Digital

Referências:

PRENSKY, Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. On the Horizon NCB University Press, Vol.9 No 5, Out. 2001.

Considerações:

Podemos dizer que vivemos em outro mundo. Segundo o texto - e a nossa realidade - nossos alunos já nascem imersos em tecnologias digitais. Vivem onde as respostas são rápidas, a informação é contínua, e a impaciência no aprender é rotina. Então, como nós professores vamos ensinar essa geração que corre tanto? Devemos manter os conceitos de que se aprendemos dessa forma eles também irão aprender? 
Acho que esse discurso já está ultrapassado. 
Quando falamos de Imigrantes Digitais (inseridos na tecnologia após adultos) e Nativos Digitais (inseridos na tecnologia desde muito jovens) gosto de me incluir em um meio termo. Não sou puramente uma imigrante pois tive o contato ainda no início da adolescência com os meios digitais, porém, ainda tive toda uma educação voltada ao ler e escrever onde se você não sabe como faz no papel quer dizer que você não sabe fazer.
Enquanto professora, sou curiosa e busco sempre meios de transformar os conteúdos em formas mais simplificadas para ensinar o aluno. Trazer para a linguagem deles é fundamental. Não adianta ficarmos em uma queda de braço com o mundo tecnológico. Por mais imigrantes que sejamos devemos utilizar tudo o que essa novidade nos traz de bom e o quanto simplifica o nosso ensino.


quinta-feira, 14 de março de 2019

07/03/2019_ Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos

Referência(s):

BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento: revista e ampliada. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2015.
Considerações:

Quando Becker (2015), pensou nos modelos pedagógicos ele organizou da seguinte forma:

a) pedagogia diretiva; 
b) pedagogia não diretiva e, com termos adequados à epistemologia genética, e;
c) pedagogia relacional ou construtivista. 

Por assim dizer, pode-se polarizar as formas de aprendizado:
Professor/Diretivo;
Aluno/Não Diretivo;
Relação entre eles/Relacional.

Nas formas mais comuns de trabalho de nós professores, a pedagogia diretiva ainda está sendo a mais utilizada. Centralizamos o processo de ensino-aprendizagem no professor e o aluno está ali para apenas aprender o que está sendo transmitido. Sendo embasado o seu raciocínio epistemológico no empirismo.
A pedagogia não diretiva o professor acredita que o aluno traz consigo o conhecimento e ele apenas "desperta" isso no aluno, não é um processo de construção, o professor não chega a ser nem um mediador, ele é um expectador dos seus alunos. O conceito epistemológico desse modelo é o apriorista o que nos revela que esse conhecimento que o aluno tem é genético, assim como o desenvolvimento físico ele vai desenvolvendo gradualmente.
Por sua vez, a pedagogia relacional trabalha com a construção do conhecimento. Professor e alunos interagem e constroem juntos o aprendizado. O professor traz a proposta e discute com os alunos, os alunos discutem entre eles, após isso o professor pede que o aluno exponha de diversas maneiras o que aprendeu. Nesse modelo pedagógico, o conceito epistemológico é o construtivismo.




quinta-feira, 7 de março de 2019

07/03/2019_Word Cloud

A escola é o nosso lugar de referência. Dentro dela, nós professores, somos agentes de conhecimento e nesse contexto  temos o dever com o ensino  e  a aprendizagem dos nossos alunos. Nossa sala de aula, seja ela o laboratório específico de cada componente curricular ou a tradicional, é capaz de transformar vidas. 
A docência é digna de auto-reflexão e debate entre pares.

terça-feira, 5 de março de 2019

05/03/2019_ A MÁQUINA DE CRIANÇAS - Cap. Yearners e Schoolers

Referência(s):
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Edição revisada. Porto Alegre: Artmed, 2008.

Temos aqui uma breve reflexão sobre a escola e o uso das tecnologias.
Cerca de 40 anos atrás a escola era seletiva, nem todas pessoas tinham o acesso garantido, os educadores tinham o papel de transmitir seu conhecimento aos estudantes e, por sua vez, estes educandos tinham o dever de aprenderem dessa maneira não contestando. Haviam bibliotecas com enciclopédias para que fossem feitas pesquisas de acordo com a instrução que o professor passava.
Na atualidade a escola já é de acesso garantido a todas as crianças e jovens e nesse contexto o professor deixou de ser o mero transmissor de conhecimento e precisou ser o construtor desse conhecimento. O estudante agora colabora com o processo de aprendizagem e tem em suas mãos ferramentas de acesso imediato a informação, tais como sites de busca e pesquisa onde determinado tema se apresenta e pode ser debatido virtualmente e após isso pessoalmente. Cabe ainda ao professor ser mediador deste debate de informações e orientar os educandos para uma aprendizagem efetiva.
Em um futuro próximo, a escola já deverá estar conectada com o mundo virtual e aproveitar esse ambiente de forma eficaz para estabelecer relações de ensino-aprendizagem com seus educandos. Ao professor caberá a função essencial de organização e articulação dos conteúdos: encaixando, debatendo, verificando a autenticidade das informações, mediando e instigando seus estudantes a buscarem cada vez mais o aprofundamento nos temas abordados. Os estudantes, deverão ter mais acesso a fontes confiáveis de informação, seus cadernos possivelmente serão trocados por algum aparelho eletrônico para pequenas anotações e esquemas, já que o conteúdo estará a sua disposição a qualquer momento. Caberá ainda a responsabilidade de sua própria organização, estamos caminhando cada dia mais para uma aprendizagem virtual, inclusive nas escolas, certamente já existirão componentes curriculares da educação básica que serão realizados através de vídeo aulas. Dessa forma não poderá ficar aguardando seu professor lhe cobrar suas atividades ou até mesmo o motivar através de falas recorrentes na sala de aula.
A educação será autônoma. E todos devemos estar preparados para uma mudança que não será tão sutil quanto foi nos últimos anos.

Disponível em <https://tutores.com.br/blog/wp-content/uploads/educacao-do-futuro.jpg>. Acesso em: 05 Mar. 2019.